Quem abriu o livro que tem por nome Bíblia Sagrada; e que lhe dá o devido crédito, de que ela é a Palavra de Deus para os homens; não pode deixar de por em alta consideração às palavras que por inspiração Divina foi dada au autor da carta aos Hebreus; em especial no capitulo de número doze. Que em seu inicío, já nos adverte para que não nos esquesamos dos testemunhos que ela a Palavra de Deus nos traz, e tão pouco os testemunhos que temos ouvido, vivido e fomos testemunhas ocular, do auxílio que não tem outra explicação; exeto o auxílio Divino, para determinada solução que era insolúvel pelo recurso e natureza humana.
E nos alerta para que deixemos fóra de nossa prática de vida, o pecado; ou seja às inclinações da carne; ou ainda os instintos do ser animal e as heranças da carne que nos leva há uma prática de vida que nos traz sérias consequências, e também para aqueles que amamos e ainda para aqueles com os quais temos contato. E que é de suma importãncia, que observemos os exemplos do Mestre Jesus, que está posto como Autor e Aperfeiçoador da fé; que apesar do cálise que Ele teve que beber, suportou à sua amargura em favor dos que seriam adquiridos como filhos, e separados para Sí; deixemos de lado o curso de degeneração dos valores que trazem benefício para a vida em sua plenitude.
Nós somos convidados para considerar, com muita atenção; que Jesus suportou a oposição dos que viviam em práticas de erros; e que cosideravam suas práticas de vida como corretas. E pede que nos esforcemos, e que não nos deixemos ser vencidos pelo cansaço e que venhamos à desanimar.
E que na nossa luta contra às nossas inclinações ao erro; estamos bem distante de passar o vitupério que Jesus na condição de homem ;no qual nunca se encontrou em erro, passou e derramou seu Sanque por seres em condições tão imerecíveis como o é o ser humano, nos seus rudimentos naturais.
Nos pede que não esquesamos dos apelos, que o Senhor nos faz como à filhos e não desprezemos o ensino que vem do Ser que nos resgatou do destino dos que estão separados de Deus; para nos transformar em vidas separadas para Deus; mas se faz nescessário que não venhamos à desanimar quando somos repreendidos por Ele.
E como se dá essa repreensão? Certamente ocorre quando sofremos com às adversidades, as barreiras que nos aparece na caminhada, os problemas que nos traz angústias e querem nos levar há ficarmos prostrados; mas se ocorrer de chegarmos a ficar prostrado, fiquemos nos pés do Senhor, que é o nosso socorro bem presente em nosso favor.
Porque se o Senhor nos diciplina é porque Ele nos ama e nos castiga porque somos aceitos como filhos e devemos aceitar sua correção. Pois quem vive em erros e não é diciplinado não tem pai, é um bastardo; se como humanos devemos aceitar a diciplina de nossos pais ; com muito mais zelo devemos aceitar o que nos é nescessário para obedecer ao Pai Espíritual que nos adotou como filhos
Nossos pais naturais nos diciplina e nos castiga, segundo suas visões humanas e comforme as leis de regras de convivência; mas o Pai Celestial, nos ensina e se nescessário castiga para sermos participantes de um nível de comportamento muito mais superior e podermos ser participantes da condição de filhos de Deus.
O Espírito Santo que inspirou o escritor desta carta ( Hb. 12,11 ); nos alerta para que observemos; que no momento em que estamos passando por adversidades; não temos motivo para nos alegrarmos; mas as dificuldades nos traz experiências e nos da extrutura e ainda a condição de sermos fortalecidos e venhamos a trilhar um caminho reto perante o Senhor que é nosso auxílio.
Devemos estar cuidadosos que, nada nem ninguém nos afastar da presença do Senhor e sermos privado de sua graça. E com muito mais zelo ainda, não trocarmos alguns momentos de prazer carnais, com coisas que depõe contra a moral, e percamos a herança que está proposta para os filhos de deus.
Nos traz também há considerarmos o que está registrado: da experiência que o povo hebreu tiveram aos pés do monte onde o Deus Vivo manifestou sua presença, de tal forma que nem aos inrracionais estava permitido pisar no monte. E quanto a nós hoje, no está liberado de chegarmos à presença do Deus Vivo atravéz de Seu Filho Jesus; e sermos considerado separados; chamados para fóra dos custumes mundanos e não sermos causa de motivo do Senhor Deus chegar a dizer; estar arrependido de ter criado o homem ( Hb, 12,33 ).
E que nos esforcemos para compreender a grandiosidade do amor de Deus, que enviou seu Filho para se submeter aos que andavam em erros e envolvidos por todo engano até ao ponto de fazerem à escolha do ladrão e salteador e não aceitando o Príncipe da Paz .
Agora; Jesus que venceu à morte e o maligno, cumpriu sua missão; então nos cabe cercarmos de todo zelo e cuidado para que o Senhor nos ajude a guardarmos o nosso candelabro e não venhamos a perde-lo ( Ap. 2,5 )
Fiquemos na certeza e na Paz que só Ele pode nos dar.
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